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sábado, 20 de outubro de 2012

São Jorge ou Davi, quem você vai assistir?

A série “Rei Davi” vai ao ar a partir do dia 22 de outubro, às 21h10, na Rede Record. No mesmo horário, outra emissora lançará uma novela baseada no culto a “São Jorge”, tão descarada que em seu título já traz uma saudação à entidade. “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto.” Êxodo 20.4,5 Como posso aceitar dentro da minha casa algo que vai frontalmente contra um mandamento direto do meu Deus? Como posso aceitar algo que contrarie completamente a minha fé, ainda que venha embalado no papel colorido do entretenimento, com enredo engraçadinho e historinhas de amor? “As imagens de escultura de seus deuses queimarás; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que te não enlaces neles; pois são abominação ao Senhor, teu Deus. Não meterás, pois, coisa abominável em sua casa, para que não sejas amaldiçoado, semelhante a ela; de todo, a detestarás e, de todo, a abominarás, pois é amaldiçoada.” Deuteronômio 7.25,26 Acho que está bem clara aqui qual deve ser nossa posição. Não dá para achar que é bobagem porque é apenas uma novela! Temos o DNA do nosso Pai, o que Ele abomina, também abominamos. Jorge não existiu, foi baseado em uma lenda babilônica em que o deus Marduk mata Tiamat, representada por um dragão. Sei que muita gente o vê como exemplo de herói guerreiro, mas herói guerreiro foi Davi! Aquele menino que dispensou a armadura do rei e enfrentou um soldado adulto e bem armado de quase três metros de altura, com apenas a sua fé, uma funda e uma pedra certeira. Isso sim é herói! Isso sim é guerreiro! Quando você liga a televisão, absorve o espírito do que assiste. Muitas pessoas deixarão entrar em suas casas uma entidade babilônica, sem saber. Com “Rei Davi” temos a história de um verdadeiro herói, um homem de fé, que desperta a nossa fé em Deus, e não em si próprio. Ele escreveu: “Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e, se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança” Salmos 27.3 Tem noção do que significa isso? Leia de novo. Ele está dizendo que mesmo que um exército inteiro se acampasse contra ele, ele não teria medo, porque sabe que Deus é com ele! E se a coisa ainda piorasse e a guerra realmente estourasse, mesmo assim ele continuaria confiando em Deus! Agora imagine ter essa qualidade de fé! Isso sim faz a diferença, meu amigo! Não lenga-lenga religiosa, recheada de emocionalismo barato. Quem é mais importante? Davi, o rei que agradou ao coração de Deus, ou Jorge, um deus pagão travestido de santo? Quem merece sua atenção? Quem é o verdadeiro exemplo? Assistir a “Rei Davi” no horário da novela que saúda a abominação é uma bela oportunidade que temos de jogar uma pedra certeira na testa de Marduk e seu disfarce. Quanto à Babilônia, Deus alerta: "Sai dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados..." Apocalipse 18.4 Vanessa Lampert

Um dia para a história

Senhor bispo Macedo, A manhã de 16 de outubro marcou a minha vida. Quando ouvi falar que o senhor viria pessoalmente ao nosso presídio para lançar seu livro "Nada a Perder", confesso que duvidei... O bispo Macedo aqui neste lugar? Um líder com a importância dele no meio de quem é mais rejeitado neste mundo? Foi quando, por volta das 10 da manhã, vi o senhor atravessando os portões do pátio da cadeia. Meu coração bateu mais forte! Não exatamente por idolatrar a sua figura, mas por pensar o que isso significa para nós, que somos considerados o "lixo da sociedade". Vivi 15 anos no mundo do crime. Pratiquei tantas barbaridades que tenho até vergonha de contar. Vergonha de mim mesmo. Há quatro anos, decidi me converter dentro da cadeia. Estou lutando para nascer de novo. As histórias de abandono se multiplicam na cadeia. Muitos colegas foram rejeitados pela própria mulher, pelos filhos, pelo pai e pela mãe. Grande parte não recebe sequer uma visita. Ninguém. É possível imaginar o tamanho dessa dor? Mas o senhor, mesmo sem nos conhecer, veio nos visitar para lançar seu livro de memórias. Não tenho palavras para expressar meu agradecimento. Agora, o que vamos fazer é espalhar os livros por cada canto do presídio. Vamos fazer "Nada a Perder" correr nas demais celas, nas enfermarias e nas "solitárias", os isolamentos onde ficam os presos de castigo. Já estou com minhas "armas da fé" em punho: dezenas de exemplares da biografia doados pelos voluntários da Igreja. A sua imagem, orando de mãos dadas com todos nós, nunca vai sair da minha cabeça. Uma frase dita pelo senhor ficou marcada: "Se ninguém lá fora quer vocês, nós da Igreja Universal queremos!" Eu também quero a Igreja Universal. Eu quero Deus. Quero dar a volta por cima. Quero recomeçar. Hoje, Deus e a visita do senhor renovaram minhas forças para seguir esse caminho. Dirceu Aparecido de Oliveira, 33 anos, condenado a 24 anos de prisão, Centro de Detenção de Pinheiros (São Paulo)

Um dia para a história

Senhor bispo Macedo, A manhã de 16 de outubro marcou a minha vida. Quando ouvi falar que o senhor viria pessoalmente ao nosso presídio para lançar seu livro "Nada a Perder", confesso que duvidei... O bispo Macedo aqui neste lugar? Um líder com a importância dele no meio de quem é mais rejeitado neste mundo? Foi quando, por volta das 10 da manhã, vi o senhor atravessando os portões do pátio da cadeia. Meu coração bateu mais forte! Não exatamente por idolatrar a sua figura, mas por pensar o que isso significa para nós, que somos considerados o "lixo da sociedade". Vivi 15 anos no mundo do crime. Pratiquei tantas barbaridades que tenho até vergonha de contar. Vergonha de mim mesmo. Há quatro anos, decidi me converter dentro da cadeia. Estou lutando para nascer de novo. As histórias de abandono se multiplicam na cadeia. Muitos colegas foram rejeitados pela própria mulher, pelos filhos, pelo pai e pela mãe. Grande parte não recebe sequer uma visita. Ninguém. É possível imaginar o tamanho dessa dor? Mas o senhor, mesmo sem nos conhecer, veio nos visitar para lançar seu livro de memórias. Não tenho palavras para expressar meu agradecimento. Agora, o que vamos fazer é espalhar os livros por cada canto do presídio. Vamos fazer "Nada a Perder" correr nas demais celas, nas enfermarias e nas "solitárias", os isolamentos onde ficam os presos de castigo. Já estou com minhas "armas da fé" em punho: dezenas de exemplares da biografia doados pelos voluntários da Igreja. A sua imagem, orando de mãos dadas com todos nós, nunca vai sair da minha cabeça. Uma frase dita pelo senhor ficou marcada: "Se ninguém lá fora quer vocês, nós da Igreja Universal queremos!" Eu também quero a Igreja Universal. Eu quero Deus. Quero dar a volta por cima. Quero recomeçar. Hoje, Deus e a visita do senhor renovaram minhas forças para seguir esse caminho. Dirceu Aparecido de Oliveira, 33 anos, condenado a 24 anos de prisão, Centro de Detenção de Pinheiros (São Paulo)